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[Vídeo] Tag: Eu e minha avó #DiadosAvós

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Ontem foi o Dia dos Avós, e pra comemorar nada mais justo que um vídeo mega especial com a minha avózinha, não é mesmo? A minha avó é uma das pessoas que eu mais amo no mundo, sou muito feliz por ter essa mulher na minha vida! E resolvi compartilhar um pouquinho da nossa relação aqui com vocês. Quem é das antigas já conhece ela de vídeos de receitas , mas quem não conhece espero que se divirta com a minha véia hehehe! Esperamos que gostem, e quem puder não deixe de dar aquele big abraço nos seus avós! ♥ Gostaram da tag? *-* Se inscrevam no canal para não perder nenhuma novidade! Acompanhe nas redes sociais Twitter  |  Instagram  |  Youtube  |  Facebook

O meu lugar favorito no mundo

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Braços abertos, peito quentinho, confortável, aconchegante, amável, carinhoso, afetivo. De amigo, amiga, pai, mãe, avô, avó, irmão, tia, professor, ídolo, amor. Um abraço. Minha autora favorita já fez um texto assim, Martha Medeiros já diz que o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço. Mas eu concordo tanto que precisei escrever sobre isso também. Uma das coisas mais tristes da sociedade atualmente é a falta do abraço. Você encontra pessoas na rua, se para pra dar um beijinho, “Putz, já perdi muito tempo”. O trem, o ônibus, a chuva começa, não comprei o bilhete, preciso correr. Vivo em São Paulo desde pequena, naturalmente cresci assim, no meio do corre-corre, do não “tenho tempo”, “tô com pressa”. Mas quando eu era criança as pessoas sempre me abraçavam muito, criança gordinha é aperto na certa. E eu gostava, gosto muito. Quem vive ao meu redor tem o hábito de dizer que sou meia fria, não muito sentimental, mas é só me abraçar que minha armadura cai. O sentimentalismo...

Meu Imortal

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Não parar, esse era o meu lema. A velocidade e o vento traziam esse sentimento único, como se todos os meus problemas nunca tivessem existido, mera ilusão , pois no fundo, eu sabia que tudo isso era momentâneo! Quando eu pisasse o freio, tudo viria à tona. Todas as minhas preocupações voltariam, por isso resistia ao máximo para não parar. Nesse momento, eu estava imersa em minhas próprias lembranças emaranhadas em sentimentos de tristeza, culpa e saudosismo. No meio delas, encontrei uma em especial do meu amado vô, calmo, como sempre foi. O tipo de pessoa que deixava sua felicidade de lado e fazia de tudo para arrancar dos outros um sorriso. Normalmente, eu sempre pegava o seu carro escondido, para minhas preciosas fugidas de realidade, mas ele simplesmente ignorava, era como se não estivesse quebrando nenhuma regra. O senhor de barba branca sabia que correr me fazia feliz e, para ele, isso bastava. Só que agora esse altruísmo constante me irritava, porque ele simplesmente d...